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Ditadura Nunca Mais

São Paulo faz atos para marcar golpe de 1964

6º Ato Unificado DITADURA NUNCA MAISNo fim de semana de aniversário do golpe militar de 1964, organizações populares, centrais sindicais e entidades acadêmicas organizam uma programação intensa de manifestações por todo o país. Em São Paulo, a principal é o o 6º Ato Unificado DITADURA NUNCA MAIS, a partir das 10 horas, nas dependências do antigo Doi-Codi em São Paulo (Rua Tutoia, 921). Uma das reivindicações dos organizadores, o Núcleo Preservação da Memória e o Comitê Paulista Pela Memória, Verdade e Justiça, é a transformação do antigo Doi-Codi em Lugar de Memória. Outras atividades estão previstas para hoje e amanhã.

Conferência no Cedem

Erundina prefeita de São PauloErundina e os 30 anos do governo popular democrático na cidade de São Paulo

Há 30 anos, Luiza Erundina tomava posse como prefeita de São Paulo. Mulher, nordestina, petista, sua vitória de virada foi a grande surpresa da eleição de 1988, contrariando todas as pesquisas, que apontavam a vitória do então candidato do PDS, Paulo Maluf. Nesta sexta-feira, dia 29, ela fará uma conferência no Centro de Documentação e Memória (Cedem) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) para falar de sua gestão.

A Confissão de Battisti

Autodelação Premiada e 41-BIS

Carlos A. Lungarzo

Artigo de Lungarzo sobre Battisti
“Per primi scoprire le insidie”

(Para descobrir primeiro a maldade, lema do DIGOS, organização policial especialista em torturas)

Não é impossível, mas é algo de probabilidade quase nula, que alguém possa manter um secreto vital e angustiante de sua vida durante 38 anos. É raríssimo que essa pessoa nunca conte algo a um amigo, a um colega, a uma namorada, a um membro da família (sobretudo quando ela é enorme e todos os irmãos, sobrinhos, primos, etc, são uniti). É difícil que nada disso assome mesmo nos estados de bebedeira. É quase impossível que alguém possa falar falsamente de sua vida, de suas lembranças mais amargas, dos anos de luta, sem se contradizer uma única vez.

Venezuela em foco – vídeos

Palestra Laurinha VenezuelaA conversa com Laura Capriglione na PUC

Para quem perdeu, a palestra da jornalista Laura Capriglione (Jornalistas Livres) sobre a situação política da Venezuela, no dia 21 na PUC, foi transmitida ao vivo pelas páginas do Facebook da Apropuc e dos Jornalistas Livres. Vocês podem conferir a conversa nos links abaixo.

Logo da Apropuc

Logo Jornalistas Livres

 

Contra a reforma da Previdência

Dia Nacional de Luta em Defesa da PrevidênciaHoje é o Dia Nacional de Luta em defesa da aposentadoria

Atos públicos, panfletagens e assembleias contra a reforma da Previdência proposta pelo governo (a PEC 06/2019) estão marcados para pelos menos 126 cidades do país hoje. Eles são a primeira atividade conjunta do movimento contra a reforma, organizado de forma unitária pelas centrais sindicais e pelas entidades dos movimentos sociais (Confira os locais e horários das manifestações em todas as cidades).

Campanha Lula Livre

Campanha Lula Livre 1Todo apoio aos comitês Lula Livre

No sábado, o Encontro Nacional Lula Livre definiu a nova etapa da campanha pela libertação do ex-presidente. Entre as principais decisões estão o reforço e ampliação dos Comitês Lula Livre, a participação nos atos do Dia Nacional de Luta em Defesa da Previdência, nesta sexta-feira, e a organização de uma jornada de luta de 7 a 10 de abril, para marcar o aniversário de um ano da prisão de Lula. Cemap-Interludium dá todo o apoio aos Comitês Lula Livre e à campanha pela libertação do ex-presidente. No dia 20, saiu o primeiro boletim da campanha Lula Livre.

Venezuela em foco

Venezuela Laura CapriglioneO que está de fato acontecendo na Venezuela?

A jornalista Laura Capriglione (Jornalistas Livres) acaba de voltar da Venezuela, onde pôde acompanhar os acontecimentos e testemunhar diretamente o desenvolvimento da situação política. Ela produziu vários pequenos documentários, publicados no Youtube, em que mostra que a Venezuela é muito diferente daquilo que aparece na grande imprensa nacional e internacional. De volta a São Paulo, Laura topou compartilhar aquilo que viu, ouviu e sentiu. A conversa, aberta a todo mundo, está marcada para dia 21, às 19 horas, no auditório 117-A da PUC. Aproveitem a chance e compareçam!

A palestra/debate é uma promoção conjunta de Cemap-Interludium, Jornalistas Livres e Associação dos Professores da PUC-SP (Apropuc). O endereço: rua Monte Alegre, 984, em Perdizes. Também se pode chegar ao auditório 117-A pela rua paralela, a Ministro Godói!

Até lá, não deixem de ver os vídeos feitos por Laura na Venezuela.

Direitos Humanos

CartazMarielle2Em Roma, ato marca um ano do assassinato de Marielle

Verônica O’Pemba Verdi

Em 14 de março de 2018, a vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e seu motorista, Anderson Gomes, foram assassinados no Rio de Janeiro. Esse ato covarde chocou o Brasil e teve repercussão internacional. Na Itália, brasileiros residentes e a sociedade italiana em geral compartilham a mesma indignação.

Nesta quinta-feira, dia em que se completou um ano desse ato criminoso, o Comitê Italiano Lula Livre e a Frente pela Democracia no Brasil, sediados em Roma, realizaram um ato de luto e luta por Marielle e Anderson.

O evento realizou-se na Casa Internacional da Mulher, com sala lotada. A abertura foi feita por Rosa Mendes, presidente da Casa, seguida das manifestações de Leila Daianis, ativista italiana pelos direitos LGBTIQ; Valéria Ribeiro Corossacz, do movimento Non Uma di Meno, que luta pelos direitos das mulheres e contra o feminicídio; Laura Renzi, da Anistia Internacional; Carla Centoni, responsável pelo Centro Antiviolência Marielle Franco da cidade de Nettuno; e Stella Santos, do Coletivo Marielle Vive.

Direitos Humanos

Comissão Arns faz cerimônia de lançamento

Comissão ArnsA Comissão de Defesa dos Direitos Humanos D. Paulo Evaristo Arns faz seu lançamento oficial hoje. Fundada por 20 personalidades com atuação reconhecida na área, a Comissão Arns pretende atuar em conjunto com entidades de defesa dos direitos humanos e instituições públicas. A ideia de criar uma comissão plural já vinha sendo discutida, mas ganhou urgência no ano passado, impulsionada pelo clima agressivo e as violações aos direitos humanos que marcaram o período eleitoral. Para o grupo há uma séria ameaça aos direitos humanos no Brasil neste momento. “Estamos vendo ameaças desde o governo Temer em relação aos povos indígenas, aos jovens negros, por exemplo essa proposta absurda de garantir a impunidade das execuções extrajudiciais da polícia. Isso é realmente absolutamente escandaloso, quando sabemos que o Brasil é o campeão de execuções pela polícia, chamadas execuções extrajudiciais, mascaradas de conflito”, afirmou o professor Paulo Sérgio Pinheiro, presidente da comissão. A cerimônia será às 11 horas,na Faculdade de Direito da USP, no Largo São Francisco, em São Paulo.

“A história brasileira é marcada por graves violações dos direitos humanos mais fundamentais. Apesar dessa violência nunca ter sido objeto da devida atenção por parte do País, houve inegáveis avanços sob a égide da Constituição de 1988. Não podemos permitir, agora, que ocorram retrocessos”, informa a comissão em seu manifesto. “O objetivo da iniciativa é dar visibilidade e acolhimento institucional a graves violações da integridade física, da liberdade e da dignidade humana, especialmente as cometidas por agentes do Estado contra pessoas e populações discriminadas, negros, indígenas, quilombolas, pessoas LGBTs, mulheres, jovens, comunidades urbanas ou rurais em situação de extrema pobreza.”