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Não à tecnologia para o apartheid!

Campanha No Tech For Apartheid

A partir de uma carta de protesto de funcionários do Google e da Amazon, mais de 40 organizações de defesa da causa palestina e dos direitos humanos lançaram a campanha No Tech For Apartheid, para que as duas empresas voltem atrás em um contrato para fornecer tecnologia em nuvem ao governo de Israel e às suas forças armadas. Na carta aberta, os funcionários argumentam que o chamado projeto Nimbus permitirá a ampliação da vigilância sobre os palestinos e facilitará a expansão dos assentamentos israelenses ilegais na Faixa de Gaza, o que faz da Amazon e do Google cúmplices das violações dos direitos humanos dos palestinos pelo governo israelense.

Cemap-Interludium se junta à campanha e chama todas e todos a fazerem o mesmo, incluindo seu nome no abaixo-assinado no site No Tech For Apartheid e divulgando a campanha em suas mídias sociais – no site é possível baixar imagens e gráficos.

“O exército israelense contratou a Amazon e o Google para construir e alimentar a tecnologia usada para oprimir, ocupar e bombardear palestinos”, disse Evan Greer, da ONG Fight for the Future, uma das promotoras da campanha. “Que ninguém se iluda, os avanços feitos para dar mais poder à máquina de guerra de Israel serão exportados para militares e polícias em todo o mundo.”

Publicamos a parte inicial do chamamento da campanha, que traduzimos para o português. Participe!

Campanha No Tech For Apartheid

NÃO À TECNOLOGIA PARA O APARTHEID

Enquanto os militares israelenses bombardeavam casas, clínicas e escolas em Gaza e ameaçavam expulsar famílias palestinas de suas casas em Jerusalém em maio passado, os executivos da Amazon Web Services e do Google Cloud assinaram um contrato de US$ 1,22 bilhão para fornecer tecnologia em nuvem ao governo e às forças armadas israelenses. Ao fazer negócios com o apartheid israelense, a Amazon e o Google tornarão mais fácil ao governo israelense vigiar os palestinos e expulsá-los de suas terras.

Estamos atendendo ao chamado de centenas de funcionários do Google e da Amazon para nos opormos ao contrato, conhecido como Projeto Nimbus. A tecnologia deve ser usada para aproximar as pessoas, e não para apoiar o apartheid, a limpeza étnica e a ocupação.

Seguindo os passos daqueles que lutaram para se livrar do apartheid na África do Sul e venceram, é nossa responsabilidade nos levantarmos em apoio à liberdade palestina. Os executivos da Amazon e do Google que assinaram este contrato ainda podem optar por ficarem do lado certo da história.

É aqui que você entra: apoie a petição (em notechforapartheid.com/) exigindo que os CEO’s da Amazon, Andy Jassy, da Amazon Web Services, Adam Selipsky, do Google, Sundar Pichai e do Google Cloud, Thomas Kurian, rompam todos os laços com o apartheid israelense e o contrato do Projeto Nimbus.

Levante-se conosco para dizer: No Tech For Apartheid.


Com informações adicionais de Common Dreams e The Guardian.

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