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Tag: livros

Na PUC, o 5º Salão do Livro Político

Salão do Livro PolíticoDe hoje a quinta-feira, acontece no Tuca da PUC de São Paulo o 5º Salão do Livro Político. O salão deste ano homenageia o educador Paulo Freire e terá uma programação intensa, com debates sobre as pautas do retrocesso do governo, a resistência antifascista e a restauração conservadora na América Latina, entre outros temas, além de muitas atividades culturais. Mais de 40 editoras expõem livros no evento, com descontos de até 50%.

Unesp lança livros gratuitos

Logotipos da Unesp e da Editora UnespColeção Cultura Acadêmica ganha 14 títulos

A Unesp e a Editora da Unesp lançaram esta semana 14 novos livros em formato digital nas áreas de Ciências Humanas, Ciências Sociais e Aplicadas e Linguística, Letras e Artes. As obras são editadas pelo selo Cultura Acadêmica, da Editora da Unesp, e podem ser baixadas gratuitamente no site da coleção.

Com o Programa de Publicações Digitais, criado em 2009, a Unesp divulga em formato digital trabalhos de seus docentes, pós-graduandos e pós-graduados. A coleção Cultura Acadêmica já tem mais de 300 títulos, todos disponíveis no site.

Livro grátis até dia 28

Boitempo libera e-book ‘O ódio como política’

Capa do livro O ódio como políticaA Boitempo Editorial decidiu liberar o download gratuito do livro “O ódio como política: a reinvenção das direitas no Brasil” até o fim do segundo turno das eleições (28 de outubro). Os ensaios da coletânea, organizada pela socióloga Esther Solano, analisam fenômenos como a eleição de Trump nos Estados Unidos, o Brexit no Reino Unido e a popularidade de Bolsonaro para fazer um retrato do avanço dos movimentos de direita no Brasil e no mundo e “o surgimento e a manutenção do regime de ódio dentro do campo político”. O livro pode ser baixado gratuitamente pelos seguintes links:

Amazon, Kobo, Google Play e Apple

Debate: Diálogos com Vito Letizia 3

Lançamento de 2017: Uma revolução confiscada  Lançamento de 2017: Uma revolução confiscadaLançamento de 2017: Uma revolução confiscada

Os vídeos do lançamento de ‘1917: Uma revolução confiscada’

1917: Uma revolução confiscada, que encerra a série Diálogos com Vito Letizia, foi lançado em 25 de outubro de 2017, com um debate no Centro de Documentação e Memória da Unesp, no centro de São Paulo. A historiógrafa do Cedem Solange Souza e a presidente do Cemap-Interludium, Lucia Pinheiro, fizeram a apresentação do debate, que teve como expositores a professora doutora Isabel Loureiro, colaboradora da Fundação Rosa Luxemburgo e membro do conselho científico da Sociedade Internacional Rosa Luxemburgo, e o professor doutor José Arbex, professor do Departamento de Jornalismo da PUC-SP e integrante do Cemap-Interludium. Confira os vídeos do debate:

Complementos de ‘1917: Uma revolução confiscada’

Capa do livro 1917: Uma revolução confiscada, de Vito LetiziaAo preparar as entrevistas que deram origem ao livro 1917: Uma Revolução Confiscada, Vito Letizia organizou dois roteiros históricos para usar como guias de sua narrativa. O projeto inicial do livro, lançado em 25 de outubro, previa a inclusão dessas cronologias e de um anexo, também resultado das entrevistas, sobre o papel essencial da Igreja Ortodoxa e da religião na formação da identidade russa (Do “canato” de Moscou até a Revolução de Outubro: identidade religiosa, identidade nacional). Posteriormente, decidiu-se não publicá-los com o livro, mas colocá-los à disposição do leitor no site de Cemap-Interludium.

Anexo de ‘1917: Uma revolução confiscada’

Do ‘canato’ de Moscou até a Revolução de Outubro: identidade religiosa, identidade nacional

Reprodução de pintura do acervo Cedem/IAP
Durante as entrevistas que deram origem ao livro 1917: Uma Revolução Confiscada, Vito Letizia enfatizou várias vezes a questão da profunda religiosidade do povo russo como substituta de uma identidade nacional. Por fim, ele decidiu explicar sua visão de forma mais detalhada, para abrir o debate. O texto que publicamos é o resultado dessa exposição.

Cronologia 1 de ‘1917: Uma revolução confiscada’

Pintura do acervo Cedem/IAPO caráter do Estado Grão-Russo

O caráter de um Estado é dado pelas contradições que constituem sua realidade, as quais são o resultado vivo do processo histórico. No caso russo, é dado pela história da periferia oriental do extinto Império Romano, cujo centro era a Bizâncio da antiguidade helênica (a Constantinopla medieval, hoje Istambul) e de suas relações de fronteira com o mundo islâmico setentrional ou “irânico”, usando um termo de Arnold Toynbee. Por isso, a caracterização do Estado russo exige o conhecimento dos principais eventos desse processo histórico.