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O portal Mário Pedrosa. Finalmente!

Logootipo site Mário PedrosaDemorou, mas está saindo. E vamos começar 2022 do melhor jeito: com o lançamento do portal sobre o crítico de arte e militante Mário Pedrosa já nos primeiros dias de janeiro. O site é a cereja do bolo do projeto “Mário Pedrosa, 120 Anos” desenvolvido por Cemap-Interludium, e tem a ambição de ser um centro de referências sobre a vida, o pensamento e as lutas de Pedrosa, que são mais atuais do que nunca nos tempos que correm.

Cedem reabre para pesquisa presencial

Estantes do Cedem da UnespDesde o dia 27, pesquisadores que queiram consultar em pessoa os acervos do Centro de Documentação e Memória (Cedem), da Unesp, já podem agendar visitas às suas instalações. A retomada da pesquisa presencial será realizada de forma gradual e seguirá todos os protocolos sanitários e orientações do Comitê Covid-19 da Unesp, para garantir a segurança de usuários e funcionários.

Neste primeiro momento, o atendimento presencial ocorrerá apenas uma vez por semana, das 13 horas às 16 horas, por agendamento. O interessado precisa solicitar o agendamento pelo e-mail pesquisa@cedem.unesp.br e aguardar o retorno do funcionário para outras orientações.

1º de maio de 1980

Reunião: Greve, Jornal O Trabalho/ ABC de luta/ Tribuna Metalúrgica – 1980.

Há 40 anos, mais de 150 mil metalúrgicos tomaram o estádio da Vila Euclides em São Bernardo do Campo (ABC). Nesse período atravessado por sucessivas paralisações nos anos anteriores, a deflagração da ditadura militar implantada em 1964 abriu caminho pela luta por direitos trabalhistas, aumento salarial e melhores condições de vida. Assim, diante de uma conjuntura danosa aos operários, nasceu uma das maiores mobilizações do país até então.

O início da grande greve

Jornal o Trabalho e Tribuna Metalúrgica, 1978-1979 (Acervos Mário Pedrosa e Sérgio Buarque de Holanda).

Os últimos anos da década de 70 viram renascer um novo movimento sindical. Depois de uma ausência que seguiu a brutal repressão às greves de 1968 de Osasco e Contagem, a classe operária voltou à cena em grande estilo, aprofundando a crise da ditadura e questionando os limites da “abertura lenta, gradual e segura” dos ditadores Geisel e Figueiredo.

A repressão ao movimento operário e sindical começou logo depois do golpe militar de 1964. O AI-2 de 1965 tornava crime qualquer tipo de protesto ou demonstração pública contra o governo militar e determinava a cassação de direitos políticos de quem deles participava.

Em 1968, o AI-5, o mais brutal dos atos institucionais, nos seus 12 artigos, concedia ao presidente da República, os poderes de cassar mandatos, intervir em Estados e municípios, suspender direitos políticos de qualquer indivíduo e, o mais relevante, decretar recesso do Congresso e assumir suas funções legislativas. O AI-5 também suspendeu o habeas corpus para crimes políticos. Por conseguinte, jornais oposicionistas ao regime militar foram censurados, livros e obras “subversivas” foram retiradas de circulação e vários artistas e intelectuais tiveram de se exilar.

Dia Internacional das Mulheres

Salário igual para trabalho igual

Há décadas, a igualdade salarial é uma reivindicação central do movimento das mulheres de todo o mundo, uma luta que se renova a cada 8 de março. No Brasil, as trabalhadoras metalúrgicas do ABC tiveram um papel importantíssimo em defesa da igualdade de gênero, como mostra o vídeo cujo trecho aqui reproduzimos:

Para ver na íntegra acesse: Mulheres Metalúrgicas (Acervo TVT – TV dos Trabalhadores).

 

Memória

Vítimas da ditadura

Como acontece hoje com Lula, a história das lutas das organizações populares contra o capital confunde-se com a história das lutas pela libertação de seus militantes jogados aos cárceres, torturados e mortos pela polícia e pela justiça submetidas aos patrões.

Vamos recuperar, neste espaço, a história de algumas lutas memoráveis travadas em defesa de nossos combatentes.