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Não à tecnologia para o apartheid!

Campanha No Tech For Apartheid

A partir de uma carta de protesto de funcionários do Google e da Amazon, mais de 40 organizações de defesa da causa palestina e dos direitos humanos lançaram a campanha No Tech For Apartheid, para que as duas empresas voltem atrás em um contrato para fornecer tecnologia em nuvem ao governo de Israel e às suas forças armadas. Na carta aberta, os funcionários argumentam que o chamado projeto Nimbus permitirá a ampliação da vigilância sobre os palestinos e facilitará a expansão dos assentamentos israelenses ilegais na Faixa de Gaza, o que faz da Amazon e do Google cúmplices das violações dos direitos humanos dos palestinos pelo governo israelense.

Cemap-Interludium se junta à campanha e chama todas e todos a fazerem o mesmo, incluindo seu nome no abaixo-assinado no site No Tech For Apartheid e divulgando a campanha em suas mídias sociais – no site é possível baixar imagens e gráficos.

Futuros Possíveis #02: Palestina, com Rawa Alsagheer

Com foco na Palestina, o podcast “Futuros Possíveis” lançou sua segunda edição no domingo. Os professores Danilo Nakamura e Danilo Heitor entrevistam a cineasta, ativista e professora Rawa Alsagheer, refugiada palestina que hoje vive no Brasil.

Mais do que falar sobre alguma ideia de futuro para a Palestina, Rawa fala do movimento pela recuperação de uma terra perdida pela força, do direito de retorno, da situação das mulheres palestinas, do silêncio criminoso da mídia e de que como é ser uma refugiada palestina, como é viver o sonho de voltar a um país em que nunca esteve.

O que provocou a nova onda de violência em Gaza e Jerusalém

A tentativa de expulsão de moradores palestinos no bairro de Sheikh Jarrah, em Jerusalém Oriental, para dar lugar a colonos israelenses foi o estopim para uma nova onda de violência na região. Os ataques das forças militares de Israel já deixaram mais de 192 mortos na Faixa de Gaza, entre eles 92 mulheres e crianças. Israel registrou 10 mortos por ataques do Hamas, inclusive duas crianças.

Em um vídeo para o canal da Carta Capital no Youtube, o professor da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) Reginaldo Nasser explica por que nem mesmo o fim do atual conflito vai solucionar a questão dos refugiados palestinos e da ocupação israelense na Faixa de Gaza e na Cisjordânia.

Limpeza étnica na Palestina

Bombardeio em GazaDada a nova e violenta ofensiva das forças militares de Israel na Palestina, reproduzimos uma esclarecedora entrevista do historiador judeu israelense Ilan Pappé, dada ao jornalista Silio Boccanera e divulgada no Brasil pelo jornal Gazeta de Cuiabá. Embora a entrevista tenha sido publicada em 12 de janeiro de 2009, a lógica da política israelense de promover a “limpeza étnica” na Palestina, denunciada por Pappé, preserva toda a sua atualidade.

Articulação Judaica repudia anexação da Palestina

Logo da Articulação Judaica de EsquerdaA Articulação Judaica de Esquerda publicou em sua página do Facebook uma nota de indignação e repúdio ao governo israelense e sua ambição de anexar os territórios ocupados na Palestina. “Nós, da Articulação Judaica de Esquerda, coletivo de judeus no Rio de Janeiro, repudiamos o plano do governo de Benjamin Netanyahu e Benny Gantz de anexar os territórios ocupados na Palestina, expandindo as fronteiras de Israel à margem do direito internacional e na direção de uma segregação cada vez maior”, diz a nota.

Mostra marca os 71 anos da expulsão dos palestinos de sua terra

Imagem de 'Gaza'A comunidade palestina relembra esta semana a Nakba (“catástrofe”, em árabe): a data em que o Estado de Israel se criou, com a expulsão pela força de mais de 800 mil palestinos, que perderam tudo o que tinham e ainda hoje estão espalhados pelo mundo sem expectativa de voltar para casa. Em São Paulo, a Frente em Defesa do Povo Palestino e o espaço cultural Al Janiah promovem uma série de eventos para saudar a resistência à opressão israelense e pela Palestina livre, do rio ao mar!

Ditadura Nunca Mais

São Paulo faz atos para marcar golpe de 1964

Cartaz ditadura nunca mais
No fim de semana de aniversário do golpe militar de 1964, organizações populares, centrais sindicais e entidades acadêmicas organizam uma programação intensa de manifestações por todo o país. Em São Paulo, a principal é o o 6º Ato Unificado DITADURA NUNCA MAIS, a partir das 10 horas, nas dependências do antigo Doi-Codi em São Paulo (Rua Tutoia, 921). Uma das reivindicações dos organizadores, o Núcleo Preservação da Memória e o Comitê Paulista Pela Memória, Verdade e Justiça, é a transformação do antigo Doi-Codi em Lugar de Memória. Outras atividades estão previstas para hoje e amanhã.