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O sindicalismo volta à cena e marca o declínio da ditadura

A história das lutas das organizações populares contra o capital confunde-se com a da defesa de seus militantes presos e mortos pela polícia e pela justiça dos patrões.

A história das lutas das organizações populares contra o capital confunde-se com a das lutas em defesa de seus militantes presos e mortos pela polícia e pela justiça dos patrões. Lembramos aqui nossos combatentes.

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‘Libelu – Abaixo a ditadura’ estreia dia 30

O documentário Libelu – Abaixo a ditadura, do diretor Diógenes Muniz, estreia dia 30 no festival É Tudo Verdade 2020. Reformatado para o ambiente virtual por causa da pandemia, na sua 25º edição o maior festival de documentários da América Latina vai exibir seus filmes pela internet, no seu canal na plataforma Looke.

Libelu – Abaixo a ditadura será exibido em duas sessões: no dia 30 de setembro, às 21 horas, e em 1º de outubro, às 15 horas.

Uma faísca chamada Libelu e lembranças de um anarquista

Antônio José Lopes Bigode *

A LUTA pela LIBERDADE, que acabou com o atraso, o autoritarismo e a repressão nos legou a DEMOCRACIA que está em risco.

Os anos 1970 (segunda metade) não eram do tipo “anos de chumbo” como foi o período após o AI-5, de1968, mas nunca foram uma “ditabranda” segundo os donos da FSP, a DITADURA continuava matando: em 1973 “atropelou” Alexandre Vanucchi Leme, em 1975 e 1976 suicidou o jornalista Vladimir Herzog e o operário Manuel Fiel Filho, em 1979 matou o operário Santo Dias, sem falar dos sindicalistas do campo, lideranças indígenas, padres progressistas, pretos e pobres, também mortos, mas longe das manchetes dos jornais. Em outras palavras, se não foram anos tão duros como na “era Médici”, os anos Geisel só se diferenciaram de seu antecessor pela escala, isto porque os porões da ditadura se mantiveram ativos e os meganhas, além de não querer perder a boquinha, não entendiam esta coisa de “abertura”.

Fúlvio Abramo: uma breve trajetória da luta antifascista

Acervo de imagens de domínio; Fúlvio Abramo.

O jornalista e militante trotskista, Fúlvio Abramo, teve ao longo de sua estrada uma vida um tanto quanto agitada; foi repórter e editor, trabalhou na revista Realidade (1966-1976), foi professor de botânica e diretor da Escola de Agricultura e Veterinária de Santa Cruz de La Sierra. Encarcerado diversas vezes, fez parte do Partido Socialista Brasileiro nos anos 1941 e participou da fundação do PT em 1980, colaborando com o jornal O Trabalho até o final de sua vida. Fundou e dirigiu o Centro de Documentação do Movimento Operário Mário Pedrosa (CEMAP). É autor da ilustre obra A Revoada dos Galinhas Verdes, onde descreve a batalha entre integralistas e antifascistas na São Paulo da década de 1930.

Podcast Persigo São Paulo: A batalha da praça da Sé

Capa do podcast; Persigo São Paulo, de Gabriela Lancellotti.

O podcast lançado pela página Persigo São Paulo, no Spotify, com locução e direção de Gabriela  Lancellotti,  visa abordar a história da cidade de São Paulo que não é descrita de forma clara por quase nenhuma mídia hegemônica. Como ela mesma apresenta na descrição de seu programa: “São Paulo é difícil de entender. Mas isso não significa que ela não tenha coisas incríveis para contar. Bem vindos ao Persigo São Paulo, um podcast que vai olhar um pouco mais de perto para as histórias que a cidade não te mostra todo dia.”

Por justiça, liberdade e terra

A história do líder camponês João Pedro Teixeira

Imagens institucionais do jornal Brasil de Fato e do Centro Acadêmico de História João Pedro Teixeira.

A estrutura fundiária brasileira é fruto desde 1500 da colonização da Coroa Portuguesa no Brasil. Todavia, sua consolidação seu deu nos anos após a implementação da Lei de Terras, em 1850, onde o poder das oligarquias rurais reinava. Por volta deste período, percebemos a intenção dos grandes proprietários de terra que é, puramente produzir para o capitalismo. Neste contexto vive-se uma situação delicada em que os pequenos proprietários de terra são expropriados de seu espaço; local que compreende não apenas seu sustento, mas também sua vida. Sem forças para lutar contra as oligarquias rurais, sua única opção é tornar-se trabalhador daquela terra ou migrar para cidade em busca de outras oportunidades. Já aqueles que resistem e decidem lutar contra a estrutura agrária, ainda são reprimidos com violência, como é o caso de João Pedro Teixeira, assassinado por fazendeiros em 1962 na cidade de Sapé (PB).

CPV Vergueiro encerra seus trabalhos

Reprodução – CPV-SP, Acervo de Documentação e Pesquisa.

O Centro de Documentação e Pesquisa Vergueiro deixou de existir após 47 anos de serviço, na preservação da memória da luta dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. O CPV, em 31 de julho de 2020, após a previsão de seu planejamento interno, dão um destino aos documentos de seu acervo, lançando posteriormente o Projeto Memória CPV, que ainda terá data de confirmação da publicação.