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O DOI-Codi, o mais conhecido centro de tortura da ditadura, foi criado em 2 de julho de 1969, na esteira do AI-5.

O DOI-Codi, o maior e mais conhecido centro de tortura da ditadura, foi criado em 2 de julho de 1969, na esteira do Ato Institucional Número 5 (AI-5).

O DOI-Codi, o maior e mais conhecido centro de tortura da ditadura, foi criado em 2 de julho de 1969, na esteira do Ato Institucional Número 5 (AI-5).

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Dia Internacional das Mulheres

Salário igual para trabalho igual

Há décadas, a igualdade salarial é uma reivindicação central do movimento das mulheres de todo o mundo, uma luta que se renova a cada 8 de março. No Brasil, as trabalhadoras metalúrgicas do ABC tiveram um papel importantíssimo em defesa da igualdade de gênero, como mostra o vídeo cujo trecho aqui reproduzimos:

Para ver na íntegra acesse: Mulheres Metalúrgicas (Acervo TVT – TV dos Trabalhadores)

Zuzu Angel

A luta de uma mãe em busca de seu filho

Zuzu Angel foi uma das mais importantes estilistas e figurinistas da história da moda no Brasil. Após o desaparecimento de seu filho, Zuzu realizou em  1971  um desfile-protesto no consulado brasileiro em Nova York. Suas criações estilísticas incorporaram elementos que denunciavam as arbitrariedades do governo militar.

Zuzu Angel, 1969 – Arquivo Nacional

Projeto “Mário Pedrosa, 120 anos”

Do livro “Mário Pedrosa Primary Documents”, Jornal da USP

CEMAP-Interludium vence edital de Modernização de Arquivos. Conheça o projeto Mário Pedrosa, 120 anos, que realizará a preservação e difusão digital do Acervo do Centro de Documentação Mário Pedrosa. Com participação do CEDEM-UNESP e PROAC (SEC-SP).

Memória

Na luta contra o capital, os trabalhadores são levados a exigir a libertação de seus militantes presos pela polícia e condenados pela justiça dos patrões, como acontece hoje com Lula. Recuperamos aqui a memória de algumas dessas lutas.

Como acontece hoje com Lula, a história das lutas das organizações populares contra o capital confunde-se com a história das lutas pela libertação de seus militantes jogados aos cárceres pela polícia e pela justiça submetidas aos patrões. Vamos recuperar, neste espaço, a memória de algumas lutas memoráveis travadas em defesa de nossos combatentes.

Como acontece hoje com Lula, a história das lutas das organizações populares contra o capital confunde-se com a história das lutas pela libertação de seus militantes jogados aos cárceres pela polícia e pela justiça submetidas aos patrões.
Vamos recuperar, neste espaço, a memória de algumas lutas memoráveis travadas em defesa de nossos combatentes.

Rafael Lezama González

Rafael Lezama González

Rafael Lezama González

Julio Castro Pérez

Julio Castro Pérez

Julio Castro Pérez

José Campos Barreto

José Campos Barreto

José Campos Barreto

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Mas por que sardinhas?

Ato na Piazza San Giovanni, em Roma. Foto de Ivone Lobo.

Uma ideia modesta, contrapor-se a um comício da direita na campanha eleitoral em Bolonha, em pouco mais de um mês virou uma avalanche Itália afora e já ganhou espaço até em outros países. O Movimento das Sardinhas se reivindica antifascista, não se vincula a nenhum partido e pretende se opor aos métodos e à “retórica populista” e agressiva da direita. “Sem insultos, sem símbolos, sem partidos”, resume o cientista político Mattia Santoni, um de seus criadores. Mas de onde vem o nome do movimento?

AI-5 nunca mais!

O deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) voltou a mostrar seu desprezo pela democracia e pelo direito de liberdade de expressão, ao sugerir em entrevista um novo AI-5, como resposta “se a esquerda radicalizar”. O filho do presidente Bolsonaro fez a sugestão infeliz de usar um instrumento da ditadura que fechou o Congresso e permitiu prisões de adversários políticos, mortes, tortura e desaparecimentos ao falar sobre os massivos protestos no Chile por reformas econômicas que acabem com a tremenda desigualdade e o empobrecimento da população. Cemap-Interludium se une à onda de protestos que seus comentários provocaram, e assina a nota pública AI-5 Nunca Mais! do grupo Pacto pela Democracia.

O Cemap na Semana de Jornalismo da PUC

Cartaz 41ª Semana de Jornalismo da PUCO Cemap-Interludium participou da 41ª Semana de Jornalismo da PUC-SP, onde apresentou nosso projeto de digitalização das coleções dos jornais alternativos da época da ditadura Versus, Opinião e Movimento. A presidente de Cemap-Interludium, Lúcia Pinheiro, fez parte da mesa do debate “Memória e Resistência: O papel histórico do jornalismo, junto com Raimundo Pereira, que foi fundador e editor do Movimento, e Laura Capriglione, do Jornalistas Livres. A discussão se centrou na importância e na necessidade do jornalismo de resistência, no passado e no presente, e foi filmada pelos organizadores.