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O sindicalismo volta à cena e marca o declínio da ditadura

A história das lutas das organizações populares contra o capital confunde-se com a da defesa de seus militantes presos e mortos pela polícia e pela justiça dos patrões.

A história das lutas das organizações populares contra o capital confunde-se com a das lutas em defesa de seus militantes presos e mortos pela polícia e pela justiça dos patrões. Lembramos aqui nossos combatentes.

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CPV Vergueiro encerra seus trabalhos

Reprodução – CPV-SP, Acervo de Documentação e Pesquisa.

O Centro de Documentação e Pesquisa Vergueiro deixou de existir após 47 anos de serviço, na preservação da memória da luta dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil. O CPV, em 31 de julho de 2020, após a previsão de seu planejamento interno, dão um destino aos documentos de seu acervo, lançando posteriormente o Projeto Memória CPV, que ainda terá data de confirmação da publicação.

Lançamento do Acervo Vladimir Herzog

Vladimir Herzog – Comissão Nacional da Verdade, 2013.

Para celebrar o lançamento do Acervo Vladimir Herzog na sexta-feira (26 de junho, véspera do 83º aniversário de vida de Vladimir), foi realizado uma live do Instituto Vladimir Herzog, com a participação de Bianca Santana, Ivo Herzog, Luis Ludmer e Rogério Sottili.

O acesso para a live gravada e disponibilizado no Youtube: Acervo Vladimir Herzog – vida e memória em defesa da democracia

João Antonio Santos Abi-Eçab (1943-1968)

Comissão Nacional da Verdade, 2012.

João Antônio era estudante de Letras na FFLCH-USP em 1967. Sua vivência política se deu logo no início da universidade, participou dos movimentos estudantis, foi diretor acadêmico de Filosofia e militou pela ALN (Aliança Nacional Libertadora).

Heleny Telles Ferreira Guariba (1941-1971)

Comissão Nacional da Verdade, 2012.

Heleny Ferreira foi estudante de Filosofia da FFLCH-USP, especializou-se em cultura grega e dramaturgia. Em 1962 Heleny se casou com Ulisses Teles, no qual teve dois filhos, Francisco e João Vicente. Em 1965 recebeu uma bolsa de estudos do Consulado da França e morou na Europa com o marido e seus filhos até 1967.

O antifascismo é uma luta atemporal

Hoje, como ontem, os fascistas tentam ocupar os espaços públicos para transformá-los em seu oposto: espaços de opressão, autoritarismo e barbárie. Eles tentaram, em outubro de 1934, ao convocarem uma manifestação na Praça da Sé, para consolidar a formação do partido nazista no Brasil, como mostra a entrevista publicada pela primeira vez, no jornal Folha de S. Paulo, em outubro de 1984, que reproduzimos em seguida. Os fascistas foram então derrotados. E hoje serão novamente, pela força da juventude, dos trabalhadores e de todos os setores que se identificam com a democracia, incluindo as vibrantes torcidas que saem às ruas contra o governo Bolsonaro.