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Por justiça, liberdade e terra

A história do líder camponês João Pedro Teixeira

Imagens do jornal Brasil de Fato e do Centro Acadêmico de História João Pedro Teixeira.

A estrutura fundiária brasileira é fruto desde 1500 da colonização da Coroa Portuguesa no Brasil. Todavia, sua consolidação seu deu nos anos após a implementação da Lei de Terras, em 1850, onde o poder das oligarquias rurais reinava. Por volta deste período, percebemos a intenção dos grandes proprietários de terra que é, puramente produzir para o capitalismo. Neste contexto vive-se uma situação delicada em que os pequenos proprietários de terra são expropriados de seu espaço; local que compreende não apenas seu sustento, mas também sua vida. Sem forças para lutar contra as oligarquias rurais, sua única opção é tornar-se trabalhador daquela terra ou migrar para cidade em busca de outras oportunidades. Já aqueles que resistem e decidem lutar contra a estrutura agrária, ainda são reprimidos com violência, como é o caso de João Pedro Teixeira, assassinado por fazendeiros em 1962 na cidade de Sapé (PB).

Plantão desnecessário nas escolas municipais

Desde que começou a quarentena por causa do covid19, o secretário de Educação de São Paulo, Bruno Caetano, determinou que as escolas municipais não podiam ficar vazias. Durante todos os dias da semana, mesmo sem aulas e sem alunos, três servidores da secretaria devem permanecer de plantão nas instalações. A ordem vai contra o próprio objetivo da quarentena, ao pôr em risco professores e funcionários em plantões desnecessários e tem provocado muitos protestos.

A Rádio Brasil Atual transmite neste dia 9, entre as 7 e as 9 da manhã, a reportagem Plantão nas Escolas Municipais durante a Quarentena!, em que dá mais detalhes da situação, com entrevistas de alguns profissionais da Educação contrários a essa atitude do secretário.