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Libelu – Abaixo a Ditadura 2020

Imagens da Libelu

O documentário Libelu – Abaixo a ditadura, dirigido pelo cineasta e jornalista Diógenes Muniz, foi selecionado para participar do “É Tudo Verdade 2020”, o maior festival de documentários da América Latina. No filme, Muniz resgata um pouco da trajetória da tendência do movimento estudantil Liberdade e Luta. A fase presencial do festival fora adiada para setembro por causa da pandemia da covid-19.

Conhecida como Libelu, a tendência surgiu na segunda metade da década de 1970, em plena ditadura. Com forte influência trotskista, foi responsável por tirar das portas de banheiros e levar para as ruas a palavra de ordem “abaixo a ditadura”. Presente principalmente na USP, teve papel importante na reconstrução das entidades estudantis e na organização das grandes passeatas de 1977.

1º de maio de 1980

Há 40 anos, mais de 150 mil metalúrgicos tomaram o estádio da Vila Euclides em São Bernardo do Campo (ABC). Nesse período atravessado por sucessivas paralisações nos anos anteriores, a deflagração da ditadura militar implantada em 1964 abriu caminho pela luta por direitos trabalhistas, aumento salarial e melhores condições de vida. Assim, diante de uma conjuntura danosa aos operários, nasceu uma das maiores mobilizações do país até então.

O início da grande greve

Os últimos anos da década de 1970 viram renascer um novo movimento sindical. Depois da ausência que se seguiu à brutal repressão às greves de 1968 de Osasco e Contagem, a classe operária voltou à cena em grande estilo, aprofundando a crise da ditadura e questionando os limites da “abertura lenta, gradual e segura” dos ditadores Geisel e Figueiredo.

Um ano do assassinato de Marielle

Ato em Roma pela morte de Marielle

Em Roma, ato de luto e de luta marca aniversário

Verônica O’Pemba Verdi

Em 14 de março de 2018, a vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e seu motorista, Anderson Gomes, foram assassinados no Rio de Janeiro. Esse ato covarde chocou o Brasil e teve repercussão internacional.

Na Itália, brasileiros residentes e a sociedade italiana em geral compartilham a mesma indignação. Nesta quinta-feira, dia em que se completou um ano desse ato criminoso, o Comitê Italiano Lula Livre e a Frente pela Democracia no Brasil, sediados em Roma, promoveram um ato de luto e luta por Marielle e Anderson.

Após a vitória de Bolsonaro

Nem rir nem chorar, apenas entender

Denis Collin, La Sociale

A vitória de Bolsonaro, depois da de Trump nos EUA ou da de Rodrigo Duterte nas Filipinas, e do sucesso dos supostos partidos populistas na Europa – Lega na Itália, acensão da AfD na Alemanha, vitórias de Viktor Orban na Hungria e do PIS na Polônia, entre outras – produziu numerosas “análises” gerais na imprensa. Presenciamos o impulso triunfante dos populistas nacionalistas, a sombra negra da extrema direita que se estende sobre o mundo, e assim por diante. Essas generalizações são ao mesmo tempo desesperantes e paralisantes.

Opinião

A vida continua!

Nivaldo Bastos

Ato 6 de abril de 2018, pela libertação de Lula

Tenho visto, após a eleição um tal grau de desespero que até parece que um tsunami arrasou com o país e agora é barbárie, pau de arara, etc.

Até boas lideranças de esquerda passaram a atuar como pastores religiosos, anunciando quase o fim do mundo e, como se fosse por vontade divina, nada se pode fazer.

Por que os patrões querem o golpe?

O golpe na democracia brasileira viria para quebrar de vez este movimento de crescimento de lutas classistas e de conquistas de direitos

Juarez Guimarães

Como num cassino macabro, os grandes grupos financeiros estão especulando e apostando abertamente no fim da democracia brasileira. Como se noticiou no UOL, no jargão do mercado, a partir das manifestações pró-impeachment do dia 13 de março e da avaliação de um iminente desmoronamento da coalizão governista no Congresso Nacional, o “cenário-base” que prevê a derrubada do governo Dilma estaria na ordem de possibilidade de 65% a 75% entre os analistas de grandes instituições de consultoria financeira. O dólar flutua para baixo e as bolsas para cima, ao sabor das especulações.