A Editora Unesp vai lançar no dia 26 a segunda edição do livro Revoluções brasileiras, de Gonzaga Duque. Revista e ampliada, a obra discute movimentos e revoltas sociais do Brasil colônia e pós-independência, com uma visão crítica que lhe confere muita atualidade em um momento tão turbulento como o que vivemos nos últimos anos. O lançamento será na Livraria Ponta de Lança, às 19h30.
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O IIEP – Intercâmbio, Informações, Estudos e Pesquisas promove neste sábado, 11 de outubro, a Oficina Geral Arquivivo, um encontro para discutir caminhos e opções para preservar a memória das lutas operárias e populares no Brasil. O evento começa às 9 horas na Fundação Escola de Sociologia e Política, em São Paulo, e é preciso confirmar presença.
O IIEP é uma entidade que trabalha pelo resgate e pela construção da memória política dos trabalhadores e da luta por Verdade, Justiça e Reparação.
O diretório municipal do PT vai lançar amanhã seu Núcleo Palestina, para discutir a situação do povo palestino, o apoio do partido e sua participação de maneira mais intensa nas atividades e manifestações. O ato será na Câmara Municipal de São Paulo, a partir das 19 horas. Estamos todas e todos convidados.
O lançamento terá uma mesa redonda com Markus Sokol, da executiva nacional do PT, Mohamad El Kadri, petista e dirigente do Fórum Latino-Palestino, e Rawa Alsagheer, palestina e coordenadora da rede Samidoun de solidariedade aos prisioneiros palestinos, além de uma convidada do Vozes Judaicas pela Libertação. E será transmitido pela TV Câmara.
Para quem perdeu: a palestra do economista Ladislau Dowbor já pode ser acessada no canal da TV-PUC no Youtube. No dia 20, na PUC, Dowbor falou sobre a necessidade de resgatar a função social da economia neste momento em que o trabalho e a própria vida das pessoas está cada vez mais precarizada. Ele descreveu os impactos da financeirização mundial e das mudanças tecnológicas para a sociedade e discutiu como os movimentos sociais e políticos se veem obrigados a mudar suas formas de organização para reagir.
A financeirização, o papel central das mudanças tecnológicas e o que se convencionou chamar de economia das plataformas têm um forte impacto em todo o mundo e afastam cada vez mais a economia de sua função social. Os movimentos sociais e políticos se veem obrigados a mudar suas formas de organização para reagir. No dia 20 de abril, a convite de Cemap-Interludium, o economista Ladislau Dowbor, professor de Ciências Econômicas da PUC-SP, dará uma palestra para discutir essas questões e como resgatar a função social da economia.
Cereja do bolo do projeto “Mário Pedrosa, 120 Anos” desenvolvido por Cemap-Interludium, está no ar o portal sobre o crítico de arte e militante trotskista Mário Pedrosa.
O portal “Mário Pedrosa, a arte da transgressão” se propõe a ser um centro de referências sobre a vida, o pensamento e as lutas de Pedrosa contra o fascismo, ditaduras e autoritarismos tanto na arte como na política, que são mais atuais do que nunca nos tempos que correm. Voltado a estudantes, professores e pesquisadores de todos os níveis, o portal traz uma linha do tempo da vida de Pedrosa, artigos de estudiosos e historiadores, parte de suas cartas ao amigo e companheiro de luta Lívio Xavier e um conjunto de sete pequenos vídeos sobre os momentos mais importantes de sua história. Pode ser acessado no endereço https://mariopedrosa120.org.br/.
A partir de uma carta de protesto de funcionários do Google e da Amazon, mais de 40 organizações de defesa da causa palestina e dos direitos humanos lançaram a campanha No Tech For Apartheid, para que as duas empresas voltem atrás em um contrato para fornecer tecnologia em nuvem ao governo de Israel e às suas forças armadas.
Na carta aberta, os funcionários argumentam que o chamado projeto Nimbus permitirá a ampliação da vigilância sobre os palestinos e facilitará a expansão dos assentamentos israelenses ilegais na Faixa de Gaza, o que faz da Amazon e do Google cúmplices das violações dos direitos humanos dos palestinos pelo governo israelense.
Cemap-Interludium se junta à campanha e chama todas e todos a fazerem o mesmo, incluindo seu nome no abaixo-assinado que está no site No Tech For Apartheid e divulgando a campanha em suas mídias sociais – no site é possível baixar imagens e gráficos.






