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Na luta contra o capital, os trabalhadores são levados a exigir a libertação de seus militantes presos pela polícia e condenados pela justiça dos patrões. Recuperamos neste espaço a memória de algumas dessas lutas.

A história das lutas das organizações populares contra o capital confunde-se com a história das lutas pela libertação de seus militantes jogados aos cárceres pela polícia e pela justiça submetidas aos patrões.
Vamos recuperar, neste espaço, a memória de algumas lutas memoráveis travadas em defesa de nossos combatentes.

A história das lutas das organizações populares contra o capital confunde-se com a história das lutas pela libertação de seus militantes jogados aos cárceres pela polícia e pela justiça submetidas aos patrões.
Vamos recuperar, neste espaço, a memória de algumas lutas memoráveis travadas em defesa de nossos combatentes.

O DOI-Codi, o mais conhecido centro de tortura da ditadura, foi criado em 2 de julho de 1969, na esteira do AI-5.

O DOI-Codi, o maior e mais conhecido centro de tortura da ditadura, foi criado em 2 de julho de 1969, na esteira do Ato Institucional Número 5 (AI-5).

O DOI-Codi, o maior e mais conhecido centro de tortura da ditadura, foi criado em 2 de julho de 1969, na esteira do Ato Institucional Número 5 (AI-5).

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A educação pública e o direito ao ensino de qualidade

Walter Takemoto*

Quando se fala de escola pública e do desempenho dos alunos que nela estudam, se fala da baixa qualidade, dos adolescentes e jovens desinteressados, das famílias que não se responsabilizam pela educação dos filhos, dos professores despreparados, entre outras coisas como, por exemplo, o Maluf dizer que professora reclama do salário por ser mal casada ou o Serra falar que o problema do desempenho dos alunos de São Paulo é responsabilidade dos filhos dos imigrantes, ou seja dos nordestinos que foram para a cidade grande.

Um dos problemas da escola pública é decorrência direta do autoritarismo e do desprezo da elite em relação aos pobres e excluídos. Anísio Teixeira, mais de 50 anos atrás, já dizia que quando as escolas públicas foram abertas para os pobres, negros e excluídos, reduziram a carga horária, suprimiram disciplinas e amontoaram os alunos em três ou até quatro turnos. Ou seja, bastava ensinar a ler e escrever para que pudessem ser explorados como mão de obra.

Sobre avestruzes, abutres e outros bichos.

C. Andrés

As recentes decisões tomadas pelo STF e as condições de aprisionamento dos 11 primeiros condenados do “mensalão” repercutem de forma intensa na sociedade e permitem observar com riqueza de detalhes os resultados de um processo que, para além dos aspectos jurídicos e legais envolvidos, revela de forma magistral as tensões, desesperanças e rancores presentes no país nestes 30 anos de “democracia”.

As redes sociais estão entupidas por manifestações de ódio e rancor contra “os mensaleiros”, “os corruptos”, os “petralhas”, ao lado dos inevitáveis “apoios”, “solidariedade” e glorificação da “bravura”, da “independência” e da habilidade de Joaquim Barbosa.

Diante dessa quase unanimidade nacional, resta-nos parabenizar aqueles que a construíram, o PT e seu governo e a grande imprensa conservadora, sempre atuante na defesa dos interesses econômicos hegemônicos no país.

A quem beneficia o bilhete mensal de Haddad?

O recente anúncio do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, em conjunto com o governador Geraldo Alckmin, do valor do bilhete mensal integrado de R$ 230,00, é uma afronta ao que foi expresso pelas manifestações de junho, que se colocaram claramente contra o sistema de transporte público vigente.

De forma absurda, o prefeito, demonstrando sua profunda incompetência e autoritarismo, na medida em que ignora reivindicações e não discute as medidas com a sociedade, faz parecer estar beneficiando o passageiro, mas está na verdade beneficiando os donos das empresas de ônibus, só para não perder o costume.

A origem do problema, e da armadilha lesiva aos cofres públicos, está na incompatibilidade entre o bilhete mensal e o pagamento às empresas por passageiro.

Revisão da Lei da Anistia

Lucio Barcelos*

Já manifestei, há pouco tempo, minha opinião a respeito da atual Lei da Anistia vigente em nosso país e, considerando que nada foi feito de objetivo para revisar ou “reinterpretar” essa malfadada lei, retorno ao tema, por considerá-lo de suma importância.

Ainda não entendi qual o papel das Comissões da Verdade (nacional e estaduais), e das comissões autônomas, que até o momento não tomaram nenhuma atitude concreta com o objetivo de propor um projeto de lei de iniciativa popular para dar um impulso concreto à revisão da Lei da Anistia (ou de pressionar o Poder Legislativo para que o faça).

Salvador – mobilização contra a licitação para o transporte público

O Movimento Passe Livre de Salvador lançou a campanha “NÃO É ESSA A LICITAÇÃO QUE QUEREMOS!”, contra o processo de licitação para a operação do transporte público da prefeitura. O movimento reivindica o cancelamento da licitação, pois avalia que seu objetivo “não é resolver os problemas do serviço de transporte público da capital, mas perpetuar o péssimo modelo oferecido e aumentar cada vez mais o lucro dos empresários”. Em assembleia extraordinária hoje à tarde, o MPL de Salvador decidiu várias medidas práticas e divulgou nota em que explica sua posição.

Transferência dos estudantes Inauê e João Vitor para o CDP de Osasco

Hoje, 13 de novembro, no período da manhã, os dois estudantes da FFLCH Inauê Taiguara Monteiro de Almeida e João Vitor Gonzaga Campos foram transferidos do 91º DP para o CDP de Osasco. Esta transferência é consequência da série de absurdos iniciada entre as 5 e as 6 horas da manhã de 12 de novembro, quando os dois estudantes foram arbitrariamente  detidos por policiais militares encarregados da ação de reintegração de posse do prédio da Reitoria da Universidade de São Paulo, no campus Butantã.

Ressaltamos novamente: não havia nenhum estudante dentro do prédio no momento da reintegração de posse. Diante da ausência de qualquer possibilidade de responsabilização individual pela ocupação do prédio, a ação policial se concentrou inadequadamente fora deste espaço. Os referidos estudantes, que não se encontravam no prédio da reitoria, foram detidos pelos policiais na praça central da universidade, a Praça do Relógio.

Estão juntos e incomodados

Na medida em que o processo eleitoral de 2014 começa a tomar forma, os acordos vão se consolidando e cada um elege suas alianças. No Brasil do século XXI, já ficou mais do que claro que existem duas forças políticas agregadoras, em volta das quais os satélites orbitam.

De um lado o governo PT, que ainda guarda alguma relação com os movimentos populares, mesmo que seja uma relação até certo ponto conflituosa, por conta das outras alianças eleitorais que o partido faz, mantendo ativo o balcão de negócios construído por Pedro Alvares Cabral.

Do outro lado, permanece o PSDB, na figura de um Aécio Neves que tenta ser o porta-voz daqueles que antes operavam o velho balcão e tiveram que se conformar em jogar um papel cada vez mais secundário.

Sobre os atores principais, nenhuma dúvida, mas o que começa a clarear é a trajetória dos satélites.